Por que sua portaria não está usando o CFTV corretamente

Esse é um problema silencioso e extremamente comum.
O condomínio investe em câmeras, gravação, monitores e infraestrutura — mas, na prática, o CFTV vira apenas um painel decorativo.

Quando acontece um incidente, o síndico descobre que:

  • ninguém viu nada

  • ninguém acompanhou

  • ninguém percebeu comportamento suspeito

  • ninguém sabe usar o sistema direito

O problema não está nas câmeras.
Está na operação da portaria.

 

Veja os principais motivos.

A portaria foi treinada para atender, não para monitorar

Em muitos condomínios, o porteiro é preparado apenas para:

  • atender interfone

  • abrir portão

  • receber encomendas

O CFTV fica em segundo plano.

 

Sem treinamento específico, o porteiro não entende que o monitor é uma ferramenta ativa de prevenção, não apenas algo para olhar quando “dá tempo”.

O layout das telas não faz sentido operacional

É muito comum ver:

  • telas pequenas

  • câmeras irrelevantes em destaque

  • áreas críticas escondidas

  • excesso de câmeras em uma única tela

Resultado:
o porteiro olha, mas não enxerga o que importa.

 

CFTV precisa de layout funcional, não padrão de fábrica.

O porteiro não sabe o que observar

Sem orientação clara, o porteiro não sabe identificar:

  • comportamento suspeito

  • movimentação fora do padrão

  • aproximação estranha nos acessos

  • tentativa de carona

  • pessoas rondando

Ele olha para a tela como quem assiste televisão.

 

Segurança exige atenção dirigida.

O monitor fica desligado ou minimizado

Isso acontece mais do que os síndicos imaginam.

Por hábito ou comodidade, o monitor:

  • fica desligado

  • é usado para outras tarefas

  • fica em segundo plano

 

Quando isso ocorre, o CFTV deixa de ser preventivo e passa a ser apenas reativo — quando funciona.

Não existe cobrança nem acompanhamento do uso

Se ninguém cobra, ninguém usa.

O síndico raramente verifica:

  • se o porteiro acompanha as câmeras

  • se sabe usar playback

  • se percebeu algo fora do padrão

  • se registra ocorrências

 

Sem supervisão, o sistema é ignorado.

O CFTV não está integrado à rotina da portaria

Em muitos condomínios, o CFTV não faz parte do processo.

O correto seria:

  • observar antes de liberar acesso

  • acompanhar fechamento de portões

  • monitorar circulação após liberações

  • registrar eventos relevantes

 

Quando isso não acontece, a câmera vira figurante.

Falta de procedimento claro para uso do sistema

A portaria precisa saber exatamente:

  • quando olhar

  • o que observar

  • quando agir

  • quando registrar

  • quando acionar o síndico

 

Sem procedimento, cada turno faz do seu jeito — e o resultado é falha.

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O CFTV só funciona quando faz parte da operação da portaria.
Sem treinamento, layout adequado, procedimento e supervisão, as câmeras não previnem nada — apenas registram o problema depois que ele acontece.

Segurança real exige pessoas, processos e tecnologia trabalhando juntos.

Quer saber se a portaria do seu condomínio está usando o CFTV do jeito certo?
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