A portaria está sabotando o seu trabalho sem perceber

O síndico cria regras, define procedimentos, estabelece padrões…
Mas na prática, as coisas não acontecem como deveriam.
E, muitas vezes, sem perceber, a própria portaria sabotag o trabalho do síndico — não por maldade, mas por hábito, rotina ou falta de orientação.

Essa sabotagem silenciosa abre brechas, gera conflitos, cria riscos jurídicos e desmonta a operação de segurança.

 

Aqui estão os comportamentos mais comuns que minam a gestão sem que o síndico veja.

Liberar visitantes “porque já conhece”

Esse é um dos maiores erros operacionais.

Quando a portaria libera alguém pela aparência, costume ou simpatia, ela invalida todo o processo de identificação que o síndico tenta implementar.

 

Confiança não substitui procedimento.

Criar regras próprias para cada turno

Cada porteiro tem um jeito de trabalhar — e isso é um problema sério.

Um turno exige RG, o outro não.
Um exige autorização de morador, o outro libera com facilidade.

 

Quando o procedimento muda conforme quem está sentado na cadeira, não existe segurança: existe improviso.

Ignorar o monitor de câmeras

Em muitos condomínios, o monitor do CFTV fica:

  • minimizado

  • desligado

  • com telas que não fazem sentido

  • ou simplesmente sem atenção

 

A portaria vira recepção — e a segurança vira “acessório”.

Deixar o portão abrir e fechar sem supervisão

Portão lento, carro entrando colado, sensor falhando…
Se a portaria não observa, não atua e não registra, o condomínio fica vulnerável.

 

Supervisionar portões é uma das funções mais negligenciadas da portaria — e uma das mais críticas.

Não registrar informações importantes

Falta de registro = falta de controle.

Quando a portaria não anota:

  • acessos

  • prestadores de serviço

  • situações incomuns

  • falhas de equipamento

 

…o síndico perde rastreabilidade, histórico e capacidade de investigação.

Responder moradores sem consultar o síndico

A portaria não é autoridade condominial.
Mas muitos porteiros, na tentativa de ajudar, acabam:

  • prometendo soluções

  • liberando exceções

  • passando informações incorretas

  • criando entendimento próprio das regras

 

Isso desautoriza o síndico e cria conflito desnecessário.

Tentar ser “legal” em vez de ser correto

O porteiro quer agradar todo mundo, mas segurança não é sobre simpatia — é sobre procedimento.

Quando a portaria tenta evitar atritos, ela abre brechas que só aparecem quando acontece um incidente.

 

O “jeitinho” é o maior inimigo da segurança condominial.

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A portaria raramente sabota o trabalho do síndico por intenção — ela sabota por falta de padrão, falta de supervisão e falta de orientação clara.
Quando cada porteiro age por conta própria, o condomínio perde eficiência, perde segurança e o síndico perde autoridade.

A solução não está em “cobrar mais”, mas em padronizar, treinar, fiscalizar e documentar.

 

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